Na próxima Terça-Feira de Correções, 12/5, a Microsoft deverá soltar apenas uma correção crítica, que afeta o PowerPoint.

Como faz tradicionalmente, a empresa não antecipa detalhes. Diz apenas que a exploração da brecha pode levar à invasão da máquina e à execução remota de código remoto. A falha afeta todas as versões ativas do PowerPoint: 2000 SP3, XP SP3, 2003 SP3 e 2007.

Por volta das 15 horas de ontem, pedidos de socorro se alastraram pela rede, em especial, por Twitter, MSN e Yahoo!. Todos os serviços do Google, para alguns usuários, ficaram indisponíveis por até uma hora.

Em contato feito pela INFO Online, ontem, o Google, a princípio, esclareceu que seus servidores estavam funcionando durante todo o dia e o problema, talvez, estivesse em ISPs localizados.

Ao ler a coluna de 13 de abril, fiquei em dúvida sobre a necessidade de desativar o recurso de auto-executar os arquivos de CD-ROM ou pen-drive, mais especificamente em relação ao antivírus. Não sou muito conhecedor de informática, mas tenho visto de maneira positiva o fato de que, por exemplo, ao inserir um pen-drive contaminado no meu micro o antivírus imediatamente identifica o vírus presente, antes mesmo de abrir algum arquivo. Acredito que isso seja também decorrente desse recurso de auto-execução ativado. Então pergunto: não seria prejudicial a esse trabalho do antivírus a desativação do recurso? Quando ele identifica algum vírus o correto é encaminhá-lo à área de quarentena e depois ´eliminar a ameaça´? Isso é suficiente para resolver o problema ou é necessário realizar esse procedimento que você orienta na coluna? (Ciro Fernandes de Alencar)