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Sony estima gastos de US$170 milhões com falha na PSN

invasão da Playstation Network, que deixou a rede offline por quase um mês, vai custar aos cofres da Sony aproximadamente US$170 milhões. O valor será contabilizado no ano fiscal da companhia, que termina no dia 31 de março.

Os custos incluem os gastos com um programa de proteção de identidades e com a distribuição gratuita de games que vai ocorrer em diversos países, conforme o chefe do setor financeiro da Sony, Massaru Kato.

A estimativa é alta, mas ainda assim bem mais otimista do que os US$24 bilhões avaliados por analistas no final de abril. Esse valor foi calculado com base no número de usuários da rede. Foram 77 milhões de pessoas afetadas, que correram o risco de ter seus dados pessoais obtidos por cibercriminosos, incluindo números de cartões de crédito.


Kato, no entanto, tentou tranquilizar os clientes da Sony. Conforme o Computerworld, durante uma coletiva em Tóquio, no Japão, o executivo afirmou que, até agora, a companhia “não confirmou nenhum uso malicioso de informações pessoais ou cartões de crédito.”

No dia 21 de abril, a PSN foi invadida por crackers não identificados. Até consertar o estrago, a Sony deixou a rede offline até o dia 15 de maio, quando começou a restaurar gradativamente os serviços nas Américas, Europa, Austrália, Nova Zelândia e no Oriente Médio. No Japão, a Sony aguarda a autorização do governo para restabelecer o serviço e, para o restante da Ásia, a empresa vai anunciar a data de retorno em breve.