Imagine as cenas, um(a) jovem que você não conhece de repente lhe para na rua, lhe dá um beijo e se passa por seu/sua namorado(a), ou um estranho cobrando um valor  que você deve a um amigo. Claro que você reconhecerá que são falsários e tomará as medidas cabíveis (quanto ao primeiro exemplo eu não ouso afirmar a atitude de todos). Esse sistema de defesa é possível porque temos armazenado em nossas mentes os traços e características de cada indivíduo que conhecemos, e podemos fazer o reconhecimento em um encontro posterior. Mas a tecnologia chegou, e com ela a possibilidade de potencializar esse recurso que conhecemos como biometria. Neste artigo discutiremos um pouco sobre o que é, como funciona, e qual o melhor sistema biométrico do mercado.

O que é a biometria?

Do nada o meu notebook parou de inicializar o Windows. Dá uma tela azul e reinicia. Até consigo entrar em modo de segurança, mas nada funciona. (William Rafael -Fortaleza)

William, o erro fatal, aquela famosa tela azul do Windows, de fato é uma dor de cabeça, apesar de se mais rara comparada com a frequência que acontecia antigamente em algumas versões já ultrapassadas do sistema operacional da Microsoft. Mas ela ainda nos persegue. Esta tela azul está quase sempre associada ao grave erro de funcionamento de hardware na interpretação do Windows, muito comum quando algum arquivo de muita importância para o sistema fica corrompido. Quando isso ocorre, quase sempre a reinstalação do sistema é a melhor solução.

Vírus AutoRunDizem que a moda se recicla, e isto também se aplica a vírus, graças ao vírus W32/VBNA-X (e suas muitas variantes) o AutoRun se converte novamente em um dos meios favoritos de infecção de vírus dos computadores.

A partir do Windows Vista até o mais recente Windows 8, sucumbem as defesas da Microsoft para sua função AutoRun, que permite a execução automática de comandos e scripts ao inserir mídias removíveis como as unidades de CD/DVD/Blu-ray, os discos externos e memórias USB (pen drives). Valendo recordar que a versão menos segura de tal recurso foi desativada no Windows XP/Server 2003 e versões anteriores, levando os vírus de AutoRun a se tornarem uma espécie em perigo de extinção.


 

Mas a vida (real ou digital) sempre encontra um caminho, e o robusto AutoRun do Windows Vista, Windows 7 e Windows 8 se torna novamente alvo de vírus/malwares com a ameaça batizada de W32/VBNA-X, e muitas outras variantes como W32/VBNA-U, W32/VBNA-Z, W32-VBNA-AA e W32/VBNA-AB, que infectam o computador e logo buscam se propagar através das mídias removíveis que são inseridas no PC infectado, além de também se propagar por meio das redes sociais como o Facebook. O vírus também busca informações sensíveis, como dados de contas bancárias.

Finalmente, e como não poderia ser diferente, recomendamos que você mantenha o sistema operacional e o sistema antivírus atualizados e/ou desabilitar o Autorun/autoplay para evitar unidades removíveis infectadas.

Um novo caminho para fraudar as eleições informatizadas brasileiras foi apresentado ontem (10/12) para as mais de 100 pessoas que lotaram durante três horas e meia o auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro (SEAERJ), na Rua do Russel n° 1, no decorrer do seminário “A urna eletrônica é confiável?”, promovido pelos institutos de estudos políticos das seções fluminense do Partido da República (PR), o Instituto Republicano; e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), a Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini.

Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como -- através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros - sem nada ser oficialmente detectado.

As leis 12.735/12 e 12.737/12, publicadas nesta segunda-feira, 3, no DOU, alteram o CP para tratar de crimes cibernéticos. A primeira, lei 12.735, tipifica condutas realizadas mediante uso de sistema eletrônico, digital ou similares, que sejam praticadas contra sistemas informatizados.

A norma também dispõe que os órgãos da polícia judiciária estruturarão, nos termos de regulamento, setores e equipes especializadas no combate à ação delituosa em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado.

Já a lei 12.737/12 criminaliza a invasão de computadores, o "roubo" de senhas e arquivos. A pena prevista na norma é de 3 meses a 1 ano para quem invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita.

Confira abaixo a íntegra das normas.

LEI Nº 12.735, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2012