Dennis Ritchie, criador da linguagem C (desenvolvida inicialmente por ele entre 1969 e 1973) e co-criador do Unix (juntamente com Ken Thompson) faleceu no último final de semana, após uma longa enfermidade. Ritchie aposentou-se em 2007 como pesquisador na Lucent (então proprietária dos antigos Bell Labs, onde nasceu o Unix), mas permanecia atuando como consultor.

Nós usuários de um clone do Unix devemos muito às suas ideias originais e ao esforço que fez para disseminar a linguagem C e o sistema operacional Unix.

Tive oportunidade de escrever há pouco tempo no developerWorks sobre uma das últimas homenagens recebidas pessoalmente por Ritchie em honra ao seu papel na origem do Unix: o Prêmio Japão, entregue anualmente a pessoas de todas as nacionalidades cujas realizações em ciência e tecnologia sejam reconhecidas como tendo feito avançar as fronteiras do conhecimento e servido à causa da paz e prosperidade para a humanidade.

Além do Nessus (que vimos em tutoriais anteriores), outro aliado importante para qualquer administrador de redes preocupado com a segurança é o Wireshark, o bom e velho Ethereal, que mudou de nome em Junho de 2006. Ele é um poderoso sniffer, que permite capturar o tráfego da rede, fornecendo uma ferramenta poderosa para detectar problemas e entender melhor o funcionamento de cada protocolo.

Assim como o Nessus, ele pode ser usado tanto para proteger seu sistema quanto para roubar dados dos vizinhos, uma faca de dois gumes. Devido a isso, ele é às vezes visto como uma “ferramenta hacker”, quando na verdade o objetivo do programa é dar a você o controle sobre o que entra e sai da sua máquina e a possibilidade de detectar rapidamente qualquer tipo de trojan, spyware ou acesso não autorizado.

Embora ele geralmente não venha instalado por padrão, a maioria das distribuições disponibilizam o pacote “wireshark” (ou “ethereal”, de acordo com o nível de atualização). Nas distribuições derivadas do Debian, você pode usar o apt-get, como de praxe.

Steve Jobs, fundador da Apple, morreu nesta quarta-feira (5).  A página oficial da Apple publicou a imagem acima e algumas palavras homenageando Steve, que faleceu aos 56 anos nos Estados Unidos.

"A Apple perdeu um gênio criativo e visionário, e o mundo perdeu um ser-humano incrível. Aqueles que tiveram a sorte de trabalhar com Steve perderam um querido amigo e mentor. Steve deixou para trás uma companhia que só ele poderia ter construído e seu espírito será sempre a base da Apple", informa o comunicado publicado pela companhia.

A página da empresa americana, em seu anúncio oficial, convida os fãs da marca a enviar mensagens de condolência através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. .

Olá a todos que fazem o Tecnoguia. Pena que esta seção é só de uma página e uma vez por semana. Minha dúvida é: se eu estiver navegando na internet, pelo CD de inicialização do Ubuntu (sistema operacional baseado em Linux), em um computador com instalação de Windows, como é que fica a questão da contaminação por vírus? Serei contaminado ou não? Se contaminado, este vírus terá alguma ação no Windows, já que o vírus foi desenvolvido para outro sistema operacional? O antivírus do sistema Windows protegerá contra este vírus? (Manoel Carlos - Fortaleza-CE)

Manoel, agradeço muito o seu carinho. Bem, o software malicioso, que costuma ser chamado de vírus, nada mais é do que um programa, e como qualquer programa, para funcionar, ele deve ser compatível com o sistema operacional. Existem malwares (programas para fins maliciosos) que funcionam no Windows XP mas não funcionam no Windows 7 ou no Windows 98, por exemplo, e vice-versa. Ou seja, um vírus feito para o sistema operacional Windows não deverá funcionar em Linux, FreeBSD, MacOS, ChromeOS, Android ou demais sistemas operacionais para PCs ou para dispositivos móveis. Existe apenas uma remota possibilidade de você ao invés de infectar o sistema operacional, infectar o arquivo.